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sexta-feira, 29 de março de 2013

Filarmônica de Pasárgada lança novo videoclipe


A Filarmônica de Pasárgada acaba de lançar o videoclipe da música "O Seu Tipo". Esse é o primeiro vídeo do álbum "O Hábito da Força", lançado pelo selo Coaxo do Sapo, de Guilherme Arantes.

O vídeo foi dirigido pelo premiado cineasta Thiago Ricardo, que teve trabalhos exibidos em festivais como Cannes, Oberhausen e Rotterdam. "O Seu Tipo" foi gravado na USP, na praça do relógio.

Com "O Seu Tipo" o grupo ganhou a 17ª edição do Programa Nascente da USP, o 1º Festival da Canção da UNICAMP e o 41º Festival Nacional da Canção da FENAC. A música também conta com a participação de Luiz Tatit e Ná Ozzetti (voz) e Kassin (guitarra).

quinta-feira, 21 de março de 2013

Lady Gaga confirma álbum de jazz com Tony Bennett




Lady Gaga confirmou que gravará um álbum em parceria com Tony Bennett. Depois do dueto, em que gravaram uma versão de “The Lady Is A Tramp”, a cantora anunciou em seu Twitter que fará um álbum completo de jazz ao lado do ‘crooner’.

"E aqui estou eu e meu lindo parceiro. Eu simplesmente não posso esperar por nosso álbum em parceria, ele é meu querido", postou Gaga, como legenda em uma foto dos dois.

Ainda não há uma previsão para o lançamento do disco. Atualmente, Gaga trabalha nas gravações para seu próximo álbum, “ARTPOP”.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Alejandro Sanz diz que não teve medo de ser conhecido apenas por "Corazón Partío"


  • Alejandro Sanz, cantor latino que se apresenta em São Paulo neste domingo (17)
    Alejandro Sanz, cantor latino que se apresenta em São Paulo neste domingo (17)
De volta ao Brasil para apresentar o álbum "La Música No Se Toca", seu nono trabalho de estúdio, Alejandro Sanz confessou ao UOL que o charme que conquista fãs e lhe rende o título de galã latino é um pouco proposital. "Como músico, quando eu entro no palco, meu principal objetivo é fazer com que as fãs se sintam em um momento inesquecível. Então fico feliz quando fazem essa relação, porque este momento é projetado para isso."
O primeiro show da turnê, que passa por São Paulo neste domingo (17), contará com sucessos do cantor e uma apresentação "renovada". "Este show tem efeitos de iluminação e vídeo impressionantes. Além disso, nossa banda tem alguns novos componentes, que também traz frescor ao show. Tenho muito orgulho da personalidade que temos dado a essa turnê."
Para o cantor espanhol, o melhor momento da apresentação é quando ele entra no palco no início do show e um bom show é quando a conexão com o público é total. "Quando começo a entrar e vejo a empolgação do outro lado, é uma união muito especial, é uma mistura de nervoso e animação ao mesmo tempo", diz. 
Eu acho que a música latina está crescendo e se expandindo a toda a hora. A música latina é muito rica e interessante e merece ser conhecida por toda parte
Alejandro Sanz
Além de ter feito uma participação na música "Bailo Con Vos", a cantora potiguar Roberta Sá também fará uma pontinha no show do cantor. "Estou feliz de ter Roberta em São Paulo. Ela é uma artista que eu amo e admiro muito. Quanto as outras participações, eu prefiro que sejam uma surpresa para todos". As outras participações a que Alejandro se refere são das cantoras Ivete Sangalo e Ana Carolina, que também gravaram faixas para "La Musica No Se Toca". [Você pode baixar o álbum completo em UOL Música
Depois de ter emplacado diversos sucessos em novelas, Alejandro diz que não teve medo de ser conhecido só pelo hit "Corazón Partío", que lhe deu fama no Brasil após ser trilha de "Torre de Babel", novela global de 1998. "Nunca tive [medo]. Pelo contrário, é uma honra pensar que uma música cruzou o mar e chegou ao Brasil com tanta força. Hoje eu tenho uma grande relação com o país por causa disso e tenho orgulho de apresentar meu trabalho aqui. E ainda tive a sorte de encontrar parceiras incríveis que trouxeram um pedacinho do Brasil para o disco." 
Alejandro ainda comenta que as portas para a música latina estão cada vez mais abertas. "Eu acho que a música latina está crescendo e se expandindo a toda a hora. Tem talvez alguns gêneros que são introduzidos com mais facilidade, mas eu tenho sentido que as portas musicais estão cada vez mais abertas para permitir outras correntes, outras vozes e sons... A música latina é muito rica e interessante e merece ser conhecida por toda a parte."

quarta-feira, 13 de março de 2013

Antes de vir ao Brasil, Muse revela bastidores e nega pressão



Muse abre primeiro show do U2 em São Paulo14 fotos

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O baterista Dominic Howard e o guitarrista e cantor Matthew Bellamy em show do Muse em São Paulo (09/04/2011) Leia mais Lucas Lima/UOL
A faixa-título do mais recente álbum do Muse, "The 2nd Law", é uma suíte em duas partes. Segundo os integrantes da banda, se refere à Segunda Lei de Termodinâmica, que afirma que o universo tende a alcançar o equilíbrio e, portanto, qualquer energia, por maior que seja, deve se dissipar até que isso aconteça.
Só que esse não parece ser o caso da própria banda. O trio continua em ascensão desde que lançou o primeiro trabalho, em 1999, e já é considerado um dos maiores grupos do planeta. Vendeu mais de 15 milhões de cópias no mundo todo e ganhou um Grammy. "The Resistance", de 2009, emplacou o topo da parada em 19 países, enquanto que "The 2nd Law" estreou na liderança em 13 países.

MUSE NO ROCK IN RIO

Lucas Lima/UOL
O Muse está escalado para tocar no Rock In Rio 2013. O trio inglês, comandando por Matt Bellamy, se apresenta no dia 14 de setembro, mesma noite dos já confirmados Florence and The Machine, 30 Seconds to Mars e Capital Inicial

A última vez que o Muse esteve no Brasil foi em 2011 como atração de abertura da turnê do U2. Na ocasião, a banda --que tem seu próprio show para estádios, públicos numerosos e bandas de aberturas para suas apresentações -- fez um um pocket show de 45 minutos para os cerca de 90 mil fãs de Bono e companhia
A faixa "Survival" foi a música oficial das Olimpíadas de Londres, evento que a banda ajudou a fechar, participando da cerimônia de encerramento. Também se tornou um dos shows mais populares do mundo, sendo escalado em praticamente todos os grandes festivais da temporada.
Todas essas conquistas estão a anos-luz do que o guitarrista Matthew Bellamy, o baixista Chris Wolstenholme e o baterista Dominic Howard sonhavam quando uniram forças, em 1994. E, embora as ambições criativas continuem grandes, os integrantes tentam manter as conquistas em perspectiva.
"Nunca demos nada como certo", afirma Wolstenholme, por telefone, no início da fase norte-americana da turnê que promove o segundo álbum, lançado em outubro de 2012. "Sabemos que há uma certa expectativa em relação à qualidade da música que fazemos, mas também nos cobramos muito, porque queremos melhorar sempre".
Howard concorda. "Você quer criar uma música melhor, descobrir novas ideias e sentir que está progredindo", ele afirma, mas acrescenta que, para o Muse, esse processo é mais tranquilo do que muita gente imagina. "Quando estamos no estúdio, não sentimos a pressão", conta o baterista. "O objetivo é entrar lá e participar de um processo fluido e natural. Todo mundo sabe que, se você se sente pressionado ou forçado de alguma forma, não dá o melhor de si".
Uma pequena aventura a cada música
Howard conta que o Muse criou "The 2nd Law" sem muitas diretrizes. A banda preferiu o esquema tradicional, de "cientista maluco", na base do experimento/improviso, passando quase dez meses na Califórnia e na Inglaterra para tentar encontrar formas inovadoras de fundir a melodia do pop clássico com a sofisticação do rock progressivo.
Ele afirma que cada música se tornou uma pequena aventura em si. "Follow Me", por exemplo, começou "muito crua, por instinto, com uma pegada rock", mas recebeu um tratamento eletrônico para se diferenciar. "Panic Station" adotou um balanço mais marcante do que tudo que o Muse já havia feito. E o trio foi unânime em decidir que queria que a faixa de abertura, "Supremacy", tivesse o som de "apresentação de estádio".
"Madness", indicada ao Grammy 2013 como Melhor Música de Rock, teve seu próprio processo evolutivo: começou "hiperbásica", como conta Howard, mas a banda não ficou satisfeita. "Uma noite, tirei todo mundo do estúdio para poder trabalhar nela. Acabei colocando bastante bateria no final. Aí o Matt chegou, curtiu e pôs a guitarra", relembra. A música evoluiu e, segundo ele, ficou bem diferente do estilo do Muse.
"Não sei se você sabe, mas finalizar a música é a parte mais difícil", acrescenta ele, com uma risada. "Tem uma infinidade de toquezinhos finais, decisões e conceitos que quer manter que complica tudo. A gente sabe que a música está pronta quando os três chegam a um consenso", conta Howard.
"The 2nd Law" também é diferente em relação ao número de músicos envolvidos, bem maior do que no disco anterior. Howard calcula que foram 70 integrantes, incluindo uma orquestra, um coral e uma banda de metais. "Cria uma textura, dá uma profundidade nova e, no entanto, não é um som ao qual você presta atenção. Não dá para identificar quantas pessoas estão tocando, mas é o conjunto que você sente ali atrás, amarrando tudo", vibra Howard.

Turnê de "The 2nd Law"
O Muse começou a turnê de divulgação de "The 2nd Law" em setembro, com um cenário opulento, telões em formato de pirâmide e efeitos especiais elaborados. "Gostamos de sentir que estamos fazendo algo melhor, que estamos progredindo", revela Howard. "Essa ideia de se superar é o que nos move e nos estimula a fazer sempre algo grandioso".
O trio pretende continuar na estrada pelo menos por mais seis meses, mas só quer pensar no próximo álbum quando a turnê estiver próxima do fim ou encerrada de vez. "Eu e o Matt meio que já começamos a conversar sobre o que, como e quando a gente vai fazer em termos de logística", explica o baterista.
"Nós nos conhecemos há séculos", Howard conclui. "Crescemos juntos, testemunhamos muitas mudanças uns nos outros... e, apesar disso, continuamos juntos, o que é raro porque, hoje em dia, não tem muita gente por aí que pode dizer que tem amigo que conheceu lá pelos dez anos de idade. Isso deixa tudo ainda mais especial".

sábado, 9 de março de 2013

Tribunal de Justiça libera show de Elton John em Brasília horas antes de começar


  • Reprodução/Twitter/CostinhaBSB
    Palco do Elton John pronto para receber o público. Cerca de seis mil ingressos foram vendidos
    Palco do Elton John pronto para receber o público. Cerca de seis mil ingressos foram vendidos
O show do cantor Elton John que estava marcado para esta sexta (8), em Brasília, foi liberado pelo Tribunal de Justiça horas antes de começar. Os portões foram abertos para o público às 19h30. "O juiz da 8ª Vara da Fazenda Pública do DF negou pedido formulado pelo MPDFT de suspensão do show do cantor inglês Elton John. Com a decisão, o evento está mantido no local e horário marcados", informou o comunicado do TJ. 
Uma ação cautelar emitida pela promotoria do Ministério Público nesta sexta, disse que o local em que o evento é realizado não tinha as condições necessárias para atender o público. A Defesa Civil do Distrito Federal liberou o show após vistoria no local que aconteceu até às 17h40. O show vai acontecer, mas o Ministério Público ainda não sabe se irá autuar os produtores. 
"Chegou ao conhecimento do MP a realização do show do cantor Elton John no Centro Internacional de Convenções do Brasil, situado no Setor de Clubes Sul, trecho 02, no dia de hoje [sexta, 8], e que tal estabelecimento ainda estaria em construção o que, por óbvio, faz com que ele não tenha carta de habite-se e nem tenha sido objeto das vistorias necessárias quanto à rota de fuga, incêndio, acessibilidade e demais questões relevantes de segurança", comunicou a ação cautelar.
A ação também informou que no local "não está sendo observado instalação de equipamentos preventivos, bem como inexistentes saídas de emergência, o que põe em risco a população em caso de situação de incêndio ou pânico". Cerca de seis mil ingressos já foram vendidos para o show do cantor inglês, que está em turnê no Brasil. 
De acordo com a Agefis (Agência de Fiscalização), desde a construção o espaço estava em desconformidade, uma vez que os proprietários do empreendimento não sanaram as irregularidades. Após a apresentação dos documentos que comprovaram a segurança do espaço, o juiz da Fazenda Pública não comprovou situação atual de irregularidade das obras.

quarta-feira, 6 de março de 2013

"Charlie Brown Jr. não tem como existir sem Chorão", dizem fãs



  • Mariana Pasini/UOL
    A estudante Mayara Rangel e o namorado Ruan Indrigo homenageiam Chorão em frente ao apartamento do cantor no bairro de Pinheiros, em São Paulo
    A estudante Mayara Rangel e o namorado Ruan Indrigo homenageiam Chorão em frente ao apartamento do cantor no bairro de Pinheiros, em São Paulo


  • Após a notícia da morte do cantor Chorão nesta quarta-feira (6), fãs da banda foram para a frente do apartamento onde o cantor foi encontrado morto, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, para prestar homenagens ao vocalista do grupo santista.

 A estudante curitibana Mayara Rangel, de 18 anos, que está de férias em São Paulo, foi para o local depois de saber da notícia pelo Twitter.

Segurando três rosas, que pretendia entregar para o baixista Champignon, a jovem falou sobre o futuro do grupo.

"O Charlie Brown Jr. não tem como existir sem o Chorão. Ninguém vai achar a voz e a personalidade igual a dele. Nem os fãs vão deixar isso acontecer", disse.

André Santana, de 14 anos, concordou. "Se eles [os integrantes do Charlie Brown Jr.] tentarem continuar sem o Chorão, a banda não vai para frente. Chorão só tem um", afirmou.
Os admiradores de Chorão também comentaram a possibilidade do cantor ter morrido de overdose. "Nada muda na admiração que a gente sentia por ele. Existem muitos outros ídolos que morreram por causa de drogas", disse Mayara.

"O Chorão foi uma pessoa que teve problemas com drogas, mas ele sempre cantou o contrário. Ele dizia: 'eu fui para esse caminho, mas não vá também'. Para mim é a mensagem que fica", disse uma fã que não quis se identificar.
A admiradora relatou que conseguiu dar um abraço no baixista Champignon quando ele compareceu ao local, e achou que estava muito abalado.

Para outros fãs, a notícia da morte foi mais surpreendente do que o meio pelo qual ocorreu. "Ele ja tinha essa imagem mesmo, de rebeldia, de transgressão. Não era de se esperar, mas surpreende pela morte, a forma não", comentou o analista de mídias sociais Felipe Moreno, de 19 anos.

Alguns admiradores do cantor colocaram flores e cartões em canteiros do prédio. A estudante Tatiana Scoleso, de 20 anos, foi uma delas. "Eu admirava a humildade dele. Como fã, pensar que ele não era feliz me entristece muito", disse.

Ela concorda que, se provada, a overdose não mudaria sua admiração. "Não é tão horrível quanto as pessoas dizem. Cada um exterioriza a dor como consegue."
  • Mariana Pasini/UOL
    Flores colocadas no canteiro do prédio onde Chorão morava. Na mensagem, lê-se: "Um dia eu espero te encontrar numa bem melhor/Cada um tem seu caminho eu sei que foi até melhor/Irmãos do mesmo Cristo, quero e não desisto", trecho da música "Lugar ao Sol"
Para Lucas Bonzatto, de 22 anos, um show do Charlie Brown sem o vocalista seria "um culto ao Chorão".Já para Bruna Feres, de 17 anos, as lições do artista falam mais que seus erros. "Ele pode ter sido drogado, o que for, mas nunca foi hipócrita. Ele não buscou a perfeição. Ele era um artista de verdade, quando o que a gente tem hoje em dia são celebridades. Era o pesadelo do sistema", disse.

Para Tayná Perpétua, Chorão foi um revolucionário do rock. "Meus filhos vão ouvir Charlie Brown", promete.
Houve também quem convocou membros da família para prestar sua homenagem ao músico. A estudante Graziele Cristina Ferreira compareceu à sede da MTV Brasil, em São Paulo, com o irmão Brian, de 8 meses, pois não havia outra pessoa para cuidar da criança. A emissora convocou os fãs a comparecerem à sua sede para homenagear Chorão.
"Já perdi tanta oportunidade de vê-lo", lamentou-se. Graziele gosta de Charlie Brown desde pequena e acredita que o cantor estava num momento difícil. A estudante garantiu que a mãe deu consentimento para que o irmão fosse com ela à sede da emissora e que o pequeno fica "hipnotizado" quando ela coloca Charlie Brown para tocar.
  • Mariana Pasini/UOL
    Graziele Cristina Ferreira compareceu à sede da MTV Brasil, em São Paulo, com o irmão Brian, de 8 meses, para homenagear Chorão
Também na sede da MTV, as estudantes Aimee Luna (18), Thayná Oliveira (17) e as irmãs Fernanda e Heloísa Reis (16) comentaram ter achado Chorão "sentido" na última edição do São Paulo Mix Festival, em julho de 2012. "Parecia que ele estava se despedindo", disse Fernanda.
Morte
Chorão foi encontrado morto na madrugada desta quarta (6) em seu apartamento, que fica no oitavo andar de um prédio no bairro de Pinheiros, em São Paulo.
As circunstâncias da morte estão sob investigação do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). Segundo o delegado Itagiba Franco, da Polícia Divisionária do Departamento de Homicídios, o motorista e o segurança do músico chamaram o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) por volta das 4h30 desta quarta.
A equipe de socorro encontrou o corpo do músico de bruços no chão da cozinha, com as mãos machucadas e já sem vida, sozinho em casa. O apartamento estava revirado, sujo e havia bastante vestígio de sangue.
Bebidas e pó branco também foram encontrados no local, mas o delegado não confirmou se era droga.
Em imagens feitas durante a perícia da Polícia no apartamento de Chorão, às quais oUOL teve acesso, o corpo do músico estava cercado por lascas que aparentam ser parte do enchimento de um saco de pancadas de boxe.
A lateral do abdome do corpo apresentava hematomas, e metade do rosto estava deteriorada e coberta por sangue. O dedo mínimo da mão direita também aparentava estar quebrado. No balcão da cozinha, próximo ao corpo, havia uma pequena quantidade de pó branco em cima de um catálogo de filme pornô, ao lado de um canudo feito com uma folha de cheque.
O exame toxicológico, que vai apontar evidências de cocaína ou outras substâncias no corpo de Chorão, será divulgado em duas semanas. Itagiba revelou ainda que foram encontrados, na casa, frascos do ansiolítico Lexotan e uma pasta de dentes usada para adormecer a gengiva --Chorão costumava morder a boca quando estava ansioso.
De acordo com Itagiba, Chorão estava morto desde, pelo menos, o meio-dia de terça-feira. O delegado contou que, na última semana, Chorão se hospedou em quatro hotéis diferentes da capital paulista. Na última hospedagem, ele se desentendeu com funcionários do local.
O delegado afirmou ainda que Chorão acreditava que estava sendo perseguido. "Ele chegava em casa quebrando tudo, por isso a bagunça [no apartamento]".
Para o delegado, a hipótese de suicídio deve ser descartada. "Chorão tinha planos, não tinha esse perfil", contou o delegado. Ele acredita que o caso foi uma fatalidade e relacionar com overdose de drogas, neste momento, também seria "leviano".

segunda-feira, 4 de março de 2013

Mark Wahlberg pode voltar a cantar hip-hop como Marky Mark


  • Mais conhecido por seus filmes, Mark Wahlberg não descartou a volta de seu grupo de hip hop
    Mais conhecido por seus filmes, Mark Wahlberg não descartou a volta de seu grupo de hip hop
O ator Mark Wahlberg revelou que não descarta voltar à carreira musical, que o tornou mundialmente conhecido na década de 90 sob a alcunha de Marky Mark.

O astro de "Ted" e "Boogie Nights" conheceu o sucesso com a música "Good Vibrations", em 1991, com o grupo americano de hip-hop Marky Mark And The Funky Bunch.
Para a revista "Heat", Wahlberg questionou: "Você acha que (a volta) vai ser lucrativa?"
"Bem, o Funky Bunch quer voltar, também. Eu só tenho que encontrar o momento certo. Nós podemos (voltar), no entanto", afirmou o ator.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Rodriguinho grava clipe com Nanda Lisboa em São Paulo

Ex-vocalista do grupo de pagode Os Travessos, Rodriguinho gravou nesta quinta (28), o clipe de "Muito Egoísmo", que tem participação da atriz Nanda Lisboa.Rodriguinho grava clipe com participação de Nanda Lisboa (esq.) e Nana Damasceno (dir.)


Com direção de Cássio Neves, o single é uma das seis clipes que contam um pouco da história amorosa do artista, "um homem que não esqueceu a amada que o deixou e não consegue emplacar em outra relação", de acordo com comunicado de sua assessoria.
O clipe foi gravado em São Paulo e faz parte do álbum "O Mundo dá Voltas", nome também do primeiro single a ganhar clipe com participação do rapper MV Bill.