Em participação no "Altas Horas" que vai ao ar neste sábado (19), Naldo Benny falou sobre as dificuldades no início da carreira. O cantor relembrou que fazia show por valores simbólicos.
"Eu comecei a fazer show por R$ 150 nas favelas do Rio de Janeiro", revelou. Essa e outras histórias estão no livro "Naldo Benny – Cada vez eu quero mais" que tem lançamento previsto para 8 de agosto.
Naldo contou também que sua paixão pela música aconteceu em paralelo com sua vida religiosa e a grande responsável foi sua mãe, Dona Maria Ivonete.
"Com 7 anos de idade, a minha mãe era zeladora de igreja ao lado da minha casa. Ela sempre me levava na igreja para ajudar nas tarefas, mas a música começou a mexer comigo já nessa época", explicou.
As apresentações mais marcantes da invasão britânica6 fotos
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Americano genuíno, o rock engoliu o mundo com poucos anos de vida. Registros como as gravações de "That's All Right (Mama)", de 1954 (Elvis Presley) e "Rock Around the Clock", de 1955 (Bill Haley) colocaram os Estados Unidos de cabeça para baixo, deixando os moralistas desesperados com o que classificavam de libertinagem ampla, geral e irrestrita.
O que ninguém imaginava é que do outro lado do Atlântico, no Reino Unido, usando tábuas de passar roupa como instrumentos, muitos grupos de skiffle --gênero musical com forte influência do blues, jazz e country-- ganhavam as ruas no final dos anos 1950. Uma dessas bandas foi o The Quarrymen, formada por John Lennon em 1957 e que tinha como contrabaixo um cabo de vassoura preso a uma caixa de chá. Outro ás do skiffle era Jimmy Page, pai do Led Zeppelin que, em 1961, com 17 anos de idade, já trabalhava como músico de estúdio e tocava numa banda do estilo.
09.fev.1964 - Paul McCartney mostra seu baixo ao apresentador Ed Sullivan nos bastidores do programa "Ed Sullivan Show", em Nova York
Inspirados em seus ídolos norte-americanos, a febre de bandas de rock começava a tomar o Reino Unido. Nomes como The Shadows e Cliff Richards alucinavam a garotada e, em outra ponta, The Beatles e Rolling Stones começavam a fabricar o navio que iria servir de cabeça de ponte para a tão cultuada Invasão Britânica na América.
Livros, filmes, discos, muito se produziu sobre a Invasão que começou com a explosiva ida dos Beatles aos Estados Unidos em 1964. O grupo se apresentou no lendário "Ed Sullivan Show" em 9 de fevereiro daquele ano que, afirmam todas as biografias, registrou a maior audiência de televisão da história. A América, boquiaberta, começou a assistir cenas de garotas se atirando no chão para lamber as calçadas por onde os Beatles passavam. Se existe um marco zero para a Invasão Britânica é o dia 9 de fevereiro de 1964.
Os Beatles logo dominariam todas as paradas de sucesso, e no dia 4 de abril daquele mesmo ano eles ocuparam as cinco primeiras colocações na lista de "100 Melhores lançamentos" da revista "Billboard", um feito sem precedentes até hoje. A Invasão se consumaria com o desembarque de outros nomes como Rolling Stones,The Who, The Animals e The Kinks, entre tantos outros.
Há quem afirme que a primeira onda da Invasão Britânica teve como co-responsável o norte-americano Elvis Presley, que, ao se alistar no exército, num gesto até hoje mal explicado (ele serviu na Alemanha de outubro de 1958 até março de 1960), teria dado um tiro na asa no rock libertário e anárquico que começava a querer colocar as guitarras de fora nos Estados Unidos.
O público beijou a boca da Invasão Britânica porque ela chegava pregando paz, amor e liberdade em alto e bom som numa terra cansada de pólvora e morte no campo de batalha. Mas uma outra corrente de biógrafos afasta qualquer interferência de Elvis na Invasão Britânica. Para esses, o rock americano começou a patinar e os ingleses, famintos, entraram nos Estados Unidos matando. E não saíram mais de lá.
07.fev.1964 - Lennon, McCartney, Ringo e George chegam ao aeroporto John Kennedy, em Nova York, para o 1º show dos Beatles nos EUA
O quarteto de Liverpool aterrissou em Nova York às 13h20 de 7 de fevereiro de 1964 no voo 101 da Pam Am. Segundo a agência EFE, cerca de 4.000 fãs os esperavam, além de 200 jornalistas e mais de cem policiais. O escritor Tom Wolf, que estava cobrindo a chegada para o jornal "New York Herald Tribune", relatou então como "algumas das meninas tentaram saltar por cima de um muro de contenção".
Dois dias mais tarde, em 9 de fevereiro, o quarteto apareceu no "The Ed Sullivan Show", da rede de televisão CBS, onde interpretou cinco canções ao vivo, entre elas "I Want To Hold Your Hand" e "She Loves You". Foi um momento histórico com mais de 73 milhões de telespectadores, qualificado pela empresa de medição de audiência Nielsen como o programa de televisão mais visto da história.
E em 11 de fevereiro chegaram de trem à capital americana, onde realizaram seu primeiro show nos Estados Unidos, que segundo alguns foi um ensaio para a estreia no Carnegie Hall de Nova York um dia depois. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr se deslocaram de limusine da estação de trem de Washington até a Uline Arena, um local de esportes e espetáculos.
Enquanto isso, no Brasil...
A Invasão Britânica rompeu as fronteiras da América. Bandas do Reino Unido como Led Zeppelin e Pink Floyd fizeram sucesso mundial. Chegaram aos primeiros lugares nas paradas do Canadá, Japão, Alemanha e Holanda, nos chamados grandes mercados. Para os brasileiros, a beatlemania entrou devastando, seguida do sucesso dos Rolling Stones.
No Brasil, no dia 1º de abril de 1964, a ditadura militar arrancava o presidente João Goulart do poder e instaurava a ditadura. O rock brasileiro, naquele ano, era basicamente feito de versões de clichês norte-americanos, como já vinha acontecendo desde meados dos anos 1950. Era um modismo turbinado pelo mercado de discos que via ali uma mina de dinheiro fácil. Até Cauby Peixoto, em 1957, gravou rock, uma acelerada canção chamada "Rock 'N' Rolll em Copacabana", cheia de gingas vocais, metais e contrabaixo.
A Jovem Guarda foi o jeito brasileiro de interpretar clássicos do rock americano e britânico através das versões produzidas por Rossini Pinto (1937-1985). De acordo com o "Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira" e o "Almanaque da Jovem Guarda", de Ricardo Pugialli, o movimento nasceu em 1965, a partir de um programa da TV Record, de São Paulo, comandado por Roberto Carlos, acompanhado de Erasmo Carlos e Wanderléa. O som era totalmente inspirado no rock do início dos anos 60 de bandas britânicas e norte-americanas, mas as letras eram açucaradas, adolescentes e politicamente alienadas.
Se lá fora a Invasão Britânica celebrava a liberdade, no Brasil os artistas ignoravam o cenário político cor de chumbo e partiam para a dança, lambretas, algodão doce e Cuba Libre. Também chamada de iê-iê-iê, a Jovem Guarda revelou nomes comoRonnie Von, Jerry Adriani, Evinha, Martinha, Lafayette, Vanusa, além de bandas como Golden Boys, Renato e Seus Blue Caps, Leno e Lílian, Deny e Dino, Trio Esperança, Os Incríveis, Os Vips e The Fevers.
Com o fim do programa de Roberto Carlos, em 1968, a Jovem Guarda foi perdendo força até sucumbir no final dos anos 1960, quando a Tropicália já era uma realidade musical, roqueira e política que incomodou os militares --que, reagindo brutalmente, prendiam músicos, censuravam canções e baniam aqueles que não concordassem com o slogan "Brasil: ame-o ou deixe-o". Foi o caso de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que foram viver em Londres, epicentro do rock mundial no final dos 60.
Especial Beatles - 50 Anos de Beatlemania - 4 vídeos
Paul McCartney e Ringo Starr reúnem artistas para gravação de especial dos Beatles20 fotos
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27.jan.2014 - A banda Imagine Dragons, que no dia anterior fez um dos shows mais comentados do Grammy 2014, ao lado do rapper Kendrick Lamar, participou do especial dos Beatles tocando "Revolution" Leia maisMario Auzuoni/Reuters
Beth Carvalho levou 160 mil de cachê para se apresentar no Réveillon de Copacabana e, diante da revelação de que cachês pagos a Lulu Santos e Carlinhos Brown foram de R$ 550 mil para cada um, ela disse em entrevista ao Extra que recebeu um pedido para baixar sua pedida.
"Para mim, foi surpresa, porque nos pediram para baixar o cachê do meu show. Não imaginava que estivessem rolando valores tão diferentes do meu. Cada um fez seu preço ou a prefeitura fez os preços, não sei, e nós aceitamos. Essa é a questão", ponderou.
A Madrinha do Samba disse não teria feito o show se soubesse dos valores. " Não me senti valorizada. A prefeitura pede para baixar meu valor, e o cachê dos outros é muito maior. É estranho. Lulu e Carlinhos Brown são artistas muito bons. Têm muito talento. A discrepância dos valores é que foi grande", disse.
O caso lembra quando em 1995, também nessa época, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Gal Costa levaram cerca de R$ 120 mil e Paulinho da Viola ganhou R$ 35 mil para fazer um tributo a Tom Jobim.
Imagem 3/25: 02.nov.2013 - O cantor pop canadense Justin Bieber se apresenta na Arena Anhembi, em São Paulo. Ele preparou um show com 12 bailarinos, um palco de 24 metros de largura e 18 metros profundidade. Este é a primeira apresentação de Bieber no Brasil neste ano. O cantor já esteve no país em 2011 e, neste domingo, fará show no Rio de Janeiro
Prince liberou clipe novo nesta sexta-feira (11). O vídeo de "Breakfast Can Wait" foi divulgado no canal do artista no Vevo e conta com a direção de Danielle Curiel. O cantor não aparece no registro, que conta apenas com um casal que se comunica através de uma inspirada coreografia - e da própria Curiel vestida como Prince.
A faixa deve integrar o próximo álbum de Prince, intitulado "Plectrum Electrum". Apesar de o artista andar dedicando seu tempo às canções inéditas, nenhum data de lançamento para o disco foi anunciada até o momento.