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sábado, 27 de julho de 2013

Lady Gaga divulga possível capa do álbum ARTPOP

Primeiro single será lançado em 19 de agosto

Lady Gaga publicou em sua conta pessoal no Twitter  outra foto sua completamente nua, agora sentada sob uma poltrona de placas de computador. A imagem parece ser a possível capa de seu novo álbum, ARTPOP. Veja:
Lady Gaga ARTPOP
Segundo a cantora, o primeiro single será lançado em 19 de agosto. Recentemente, Gaga falou sobre a criação do disco e a interatividade que ela pretende inserir no álbum, que chega às lojas no dia 11 de novembro.
Ano passado, a turnê Born This Way Ball  passou pelo Brasil 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Mortes de cinco funkeiros na Baixada Santista continuam sem solução




  • Os funkeiros MC Felipe Boladão, DJ Felipe da Praia Grande, MC Duda do Marapé, MC Primo e MC Careca
    Os funkeiros MC Felipe Boladão, DJ Felipe da Praia Grande, MC Duda do Marapé, MC Primo e MC Careca
Três anos após a primeira morte da onda de ataques contra MCs na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, nenhum assassinato de funkeiro foi esclarecido pela polícia. Com a morte do MC Daleste, em Campinas, no último domingo, chegou a seis o número de funkeiros assassinados desde 2010 no Estado de São Paulo – ninguém está preso pelos crimes.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), todos os crimes continuam sendo investigados, mas não há novidades nas apurações. Um dos casos foi relatado à Justiça como "autoria desconhecida", mas também continua em aberto.
No dia 10 de abril de 2010, Felipe Wellington da Silva Cruz, o MC Felipe Boladão, e Felipe da Silva Gomes, o DJ Felipe da Praia Grande, estavam na Praia Grande se preparando para ir para Guarulhos, onde fariam uma apresentação. Eles aguardavam uma carona em frente a uma casa na Vila Glória, quando um homem desceu de uma moto e disparou contra os dois. Eles chegaram a ser levados ao pronto-socorro, mas não resistiram aos ferimentos.
Um ano depois, no dia 12 de abril de 2011, Eduardo Antônio Lara, o MC Duda do Marapé, foi assassinado no centro de Santos, na região conhecida como cracolândia da cidade. Segundo testemunhas, homens de moto passaram sob o elevado da rodoviária, onde estava Duda, e dispararam à queima-roupa. Ao menos nove tiros acertaram o MC. O caso foi relatado à Justiça como homicídio com autoria desconhecida.
Mais um ano depois, em 19 de abril de 2012, Jadielson da Silva Almeida, o MC Primo, levou cinco tiros no bairro Jóquei Clube, em São Vicente. De acordo com informações do jornal "A Tribuna", de Santos, o MC foi morto dentro do carro, na frente dos filhos de cinco e nove anos, por dois homens encapuzados que estavam em outro carro.
Alguns dias mais tarde, em 28 de abril, Cristiano Carlos Martins, conhecido como MC Careca, foi assassinado no Conjunto Habitacional Dale Coutinho, no bairro Castelo, também em Santos. De acordo com outros funkeiros, ele recebeu ameaças antes do crime.
Já em junho de 2012, Julio Cesar Ferreira, conhecido como MC Neguinho do Caxeta, foi baleado enquanto dirigia na cidade de São Vicente. De acordo com a polícia, o carro de Ferreira ficou com mais de 15 perfurações de bala, e o MC foi atingido mais de uma vez. Levado a um hospital da cidade, Neguinho sobreviveu e publicou no Twitter no dia seguinte que estava fora de perigo. "Graças a DEUS está tudo bem. Entrei só de passagem para avisar vocês. Obrigado a todos que se preocuparam e fizeram orações por mim", afirmou.
Procurado nesta semana pela reportagem do UOL para comentar a morte de Daleste e a impunidade nos ataques contra funkeiros no Estado, Neguinho do Caxeta afirmou, por meio de um representante, que não quer falar sobre o assunto.
O MC e o produtor de videoclipes de funk Konrad Dantas, conhecido como Kondzilla, lançariam na internet no último dia 10 o videoclipe de "A Firma Tá a Mil", nova música do funkeiro, mas a estreia do clipe foi adiada por conta da morte de Daleste.
Nascido no litoral paulista, Kondzilla produz os clipes da maioria dos artistas do funk ostentação de São Paulo, que têm nas letras a adoração a carros, roupas, bebidas e acessórios caros e de marcas famosas. Procurado pelo UOL, ele também não quis falar sobre as mortes dos funkeiros.

O MC DALESTE

  • Reprodução/Facebook
Daleste
A polícia também ainda não prendeu ninguém no caso da morte de Daniel Pellegrine, o MC Daleste, ocorrida em Campinas na madrugada do último domingo (7). Os investigadores acreditam que o atirador foi avisado por alguém de que o artista estaria em uma quermesse em Campinas. A apresentação de Daleste não estava prevista e foi feita de surpresa.
Depois de ouvir seis testemunhas, o titular da Delegacia de Homicídios de Campinas, Rui Pegolo, disse que o crime deve ter sido premeditado. O atirador estava em local privilegiado no momento dos disparos. "Acreditamos que tenha sido usada uma pistola. O que temos certeza é que o autor sabia atirar bem", disse o delegado.
Paz
No Facebook, há dezenas de grupos intitulados "O Funk pede paz". As oito maiores reúnem cerca de 100 mil pessoas. Nas comunidades, os internautas compartilham fotos e mensagens de luto pela morte de Daleste e atos pedindo paz no funk.
Já há protestos marcados na avenida Paulista, às 15h de domingo (14), no vale do Anhangabaú, às 15h de terça (16), além de manifestações em cidades como Carapicuíba e Sorocaba.

sábado, 6 de julho de 2013

"Fiz a música para uma menina que era muito incomodada comigo", diz Anitta sobre Show das Poderosas

“Não uso a sigla MC no meu nome por uma questão simples: não canto apenas funk e o rótulo poderia limitar o meu trabalho”, explica a carioca Larissa de Macedo Machado, 20 anos, sobre sua aposta para continuar no topo das paradas. Com o hit Show das Poderosas e seu exército de 30 milhões de cliques, Anitta ultrapassou em pouco mais de dois meses o número de visualizações conquistadas por gente do naipe de Claudia LeitteIvete Sangalo e Paula Fernandes, somando as audiências das três no YouTube.
A música que a transformou em sucesso espontaneo foi motivada por uma rixa com uma conhecida. "Fiz a letra e melodia. Tinha uma menina que era muito incomodada comigo, tentava me sabotar em tudo. Ela tinha uma raiva de mim inexplicável. Uma vez eu estava em uma boate, dançando, e ela viu aquilo e ficou falando ‘por que ela está dançando assim e tá todo mundo olhando pra ela?’. Daí falei: ‘vou fazer uma música sobre ela’ e hoje é esse sucesso todo. Acho que ela morre se souber disso", relevou Anitta em entrevista exclusiva ao Virgula Música

Após uma breve passagem pela equipe Furacão 2000, que revelou nomes como Claudinho & BuchechaMr. Catra e Bonde do Tigrão, a jovem cantora pretende se firmar no instável mercado da música pop nacional. “Embora eu ame o funk, não quero cantar apenas um gênero. Comecei no funk e tenho muito orgulho disso, mas estou expandindo meus horizontes. Por isso meu primeiro álbum é bem eclético”, explica. 
Anitta (Bonus Track Version), álbum de estreia da carioca, chega às lojas físicas na próxima terça (9), mas uma versão com 15 canções já pode ser adquirido na loja iTunes desde terça-feira (2) passada. “Eu participei de tudo, assino as composições e alguns arranjos”, conta Anitta sobre o disco, que já é o mais vendido na loja virtual. “A comunicação com os produtores foi um pouco complicada no começo, eles acharam que eu iria apenas cantar e que não poderia acrescentar nada de legal, mas eu já tinha tudo na cabeça”, diz, segura de si.
O problema, segundo Anitta, só foi resolvido com a interferência de sua empresária: “O disco atrasou muito por essa falha na comunicação. Eu queria opinar em tudo e ao mesmo tempo tinha que fazer shows em todo o país. Sentamos, conversamos e entramos em um acordo. Nós nos reunimos para criar cada faixa, sempre com muito carinho e o resultado está fantástico”. 
Além de opinar na produção musical, a cantora conta também que concebeu todo o espetáculo da turnê Show das Poderosas, uma grande produção com a participação de 11 músicos e 20 bailarinos. “Ainda não está tudo da maneira como imaginei, porque guardamos algumas surpresas para um DVD, que devo gravar até o final do ano. Eu dou minha opinião em tudo, só não tenho muito tempo de ensaiar com os bailarinos, o que é uma pena!” 
O primeiro contato de Anitta com a música aconteceu aos seis anos de idade, quando começou a cantar na igreja que sua família frequentava, na zona norte do Rio de Janeiro. “Não tenho formação musical alguma. Comecei a cantar na igreja, essa foi a minha maior escola. Cantei, cantei, cantei até aprender. Há pouco tempo eu comecei a fazer aulas de teatro e canto, mas aí oShow das Poderosas estourou e acabou com os meus planos”, brinca. 
Dona do maior hit popular desde Ai Se Eu Te Pego, do sertanejo Michel Teló, a cantora conta que existe um planejamento de carreira para conseguir manter-se no topo: “Eu trabalho muito para alcançar meu sonho, que não é ficar milionária e sim fazer o trabalho se solidificar. Quero ser reconhecida como cantora e revolucionar a música. Antes isso era um sonho muito distante, mas agora o mais difícil está feito, que foi atingir o público, o resto é puro suor para manter a qualidade do trabalho”, diz, nada modesta. 
Para Anitta, o público brasileiro é carente de grandes espetáculos. “Quero que as pessoas valorizem a nossa cultura, a nossa música e a nossa dança. Eles pagam milhões para ver um grande show internacional e eu quero mostrar que podemos ter tanta qualidade quanto às produções estrangeiras”, acrescenta ao explicar “meu sonho é fazer as pessoas darem valor ao que é nosso”. No auge da fama, a cantora diz que não se incomoda com o assédio dos fãs: “Eu fico triste quando ninguém me pede para tirar foto ou um autógrafo. Tenho prazer em ser reconhecida na rua, é sinal que meu trabalho está dando resultado”. 
Enquanto colhe os bons frutos da fama, Anitta já sentiu na pele que nem tudo são flores. “Para a mídia o artista nunca pode errar, não é humano. Você pode até se teletransportar durante o show, fazer algo inacreditável, mas se escorregar no palco é só sobre isso que vão falar. A polêmica gera muito mais audiência do que um trabalho bem feito, infelizmente”, conclui.