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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Há 50 anos, Beatles comandava a invasão da música britânica na América17

THE BEATLES


As apresentações mais marcantes da invasão britânica6 fotos

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Americano genuíno, o rock engoliu o mundo com poucos anos de vida. Registros como as gravações de "That's All Right (Mama)", de 1954 (Elvis Presley) e "Rock Around the Clock", de 1955 (Bill Haley) colocaram os Estados Unidos de cabeça para baixo, deixando os moralistas desesperados com o que classificavam de libertinagem ampla, geral e irrestrita.

O que ninguém imaginava é que do outro lado do Atlântico, no Reino Unido, usando tábuas de passar roupa como instrumentos, muitos grupos de skiffle --gênero musical com forte influência do blues, jazz e country-- ganhavam as ruas no final dos anos 1950. Uma dessas bandas foi o The Quarrymen, formada por John Lennon em 1957 e que tinha como contrabaixo um cabo de vassoura preso a uma caixa de chá. Outro ás do skiffle era Jimmy Page, pai do Led Zeppelin que, em 1961, com 17 anos de idade, já trabalhava como músico de estúdio e tocava numa banda do estilo.
  • AP
    09.fev.1964 - Paul McCartney mostra seu baixo ao apresentador Ed Sullivan nos bastidores do programa "Ed Sullivan Show", em Nova York
Inspirados em seus ídolos norte-americanos, a febre de bandas de rock começava a tomar o Reino Unido. Nomes como The Shadows e Cliff Richards alucinavam a garotada e, em outra ponta, The Beatles e Rolling Stones começavam a fabricar o navio que iria servir de cabeça de ponte para a tão cultuada Invasão Britânica na América.
Livros, filmes, discos, muito se produziu sobre a Invasão que começou com a explosiva ida dos Beatles aos Estados Unidos em 1964. O grupo se apresentou no lendário "Ed Sullivan Show" em 9 de fevereiro daquele ano que, afirmam todas as biografias, registrou a maior audiência de televisão da história. A América, boquiaberta, começou a assistir cenas de garotas se atirando no chão para lamber as calçadas por onde os Beatles passavam. Se existe um marco zero para a Invasão Britânica é o dia 9 de fevereiro de 1964.
Os Beatles logo dominariam todas as paradas de sucesso, e no dia 4 de abril daquele mesmo ano eles ocuparam as cinco primeiras colocações na lista de "100 Melhores lançamentos" da revista "Billboard", um feito sem precedentes até hoje. A Invasão se consumaria com o desembarque de outros nomes como Rolling Stones,The WhoThe Animals e The Kinks, entre tantos outros.
Há quem afirme que a primeira onda da Invasão Britânica teve como co-responsável o norte-americano Elvis Presley, que, ao se alistar no exército, num gesto até hoje mal explicado (ele serviu na Alemanha de outubro de 1958 até março de 1960), teria dado um tiro na asa no rock libertário e anárquico que começava a querer colocar as guitarras de fora nos Estados Unidos.
O público beijou a boca da Invasão Britânica porque ela chegava pregando paz, amor e liberdade em alto e bom som numa terra cansada de pólvora e morte no campo de batalha. Mas uma outra corrente de biógrafos afasta qualquer interferência de Elvis na Invasão Britânica. Para esses, o rock americano começou a patinar e os ingleses, famintos, entraram nos Estados Unidos matando. E não saíram mais de lá.

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    07.fev.1964 - Lennon, McCartney, Ringo e George chegam ao aeroporto John Kennedy, em Nova York, para o 1º show dos Beatles nos EUA
O quarteto de Liverpool aterrissou em Nova York às 13h20 de 7 de fevereiro de 1964 no voo 101 da Pam Am. Segundo a agência EFE, cerca de 4.000 fãs os esperavam, além de 200 jornalistas e mais de cem policiais. O escritor Tom Wolf, que estava cobrindo a chegada para o jornal "New York Herald Tribune", relatou então como "algumas das meninas tentaram saltar por cima de um muro de contenção".
Dois dias mais tarde, em 9 de fevereiro, o quarteto apareceu no "The Ed Sullivan Show", da rede de televisão CBS, onde interpretou cinco canções ao vivo, entre elas "I Want To Hold Your Hand" e "She Loves You". Foi um momento histórico com mais de 73 milhões de telespectadores, qualificado pela empresa de medição de audiência Nielsen como o programa de televisão mais visto da história.
E em 11 de fevereiro chegaram de trem à capital americana, onde realizaram seu primeiro show nos Estados Unidos, que segundo alguns foi um ensaio para a estreia no Carnegie Hall de Nova York um dia depois. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr se deslocaram de limusine da estação de trem de Washington até a Uline Arena, um local de esportes e espetáculos.
Enquanto isso, no Brasil...
A Invasão Britânica rompeu as fronteiras da América. Bandas do Reino Unido como Led Zeppelin e Pink Floyd fizeram sucesso mundial. Chegaram aos primeiros lugares nas paradas do Canadá, Japão, Alemanha e Holanda, nos chamados grandes mercados. Para os brasileiros, a beatlemania entrou devastando, seguida do sucesso dos Rolling Stones.
No Brasil, no dia 1º de abril de 1964, a ditadura militar arrancava o presidente João Goulart do poder e instaurava a ditadura. O rock brasileiro, naquele ano, era basicamente feito de versões de clichês norte-americanos, como já vinha acontecendo desde meados dos anos 1950. Era um modismo turbinado pelo mercado de discos que via ali uma mina de dinheiro fácil. Até Cauby Peixoto, em 1957, gravou rock, uma acelerada canção chamada "Rock 'N' Rolll em Copacabana", cheia de gingas vocais, metais e contrabaixo.
A Jovem Guarda foi o jeito brasileiro de interpretar clássicos do rock americano e britânico através das versões produzidas por Rossini Pinto (1937-1985). De acordo com o "Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira" e o "Almanaque da Jovem Guarda", de Ricardo Pugialli, o movimento nasceu em 1965, a partir de um programa da TV Record, de São Paulo, comandado por Roberto Carlos, acompanhado de Erasmo Carlos e Wanderléa. O som era totalmente inspirado no rock do início dos anos 60 de bandas britânicas e norte-americanas, mas as letras eram açucaradas, adolescentes e politicamente alienadas.
Se lá fora a Invasão Britânica celebrava a liberdade, no Brasil os artistas ignoravam o cenário político cor de chumbo e partiam para a dança, lambretas, algodão doce e Cuba Libre. Também chamada de iê-iê-iê, a Jovem Guarda revelou nomes comoRonnie VonJerry AdrianiEvinhaMartinhaLafayetteVanusa, além de bandas como Golden Boys, Renato e Seus Blue Caps, Leno e Lílian, Deny e Dino, Trio Esperança, Os Incríveis, Os Vips e The Fevers.
Com o fim do programa de Roberto Carlos, em 1968, a Jovem Guarda foi perdendo força até sucumbir no final dos anos 1960, quando a Tropicália já era uma realidade musical, roqueira e política que incomodou os militares --que, reagindo brutalmente, prendiam músicos, censuravam canções e baniam aqueles que não concordassem com o slogan "Brasil: ame-o ou deixe-o". Foi o caso de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que foram viver em Londres, epicentro do rock mundial no final dos 60.

Especial Beatles - 50 Anos de Beatlemania - 4 vídeos




Clipes: Especial Beatles - 50 anos de Beatlemania - 14 vídeos



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Paul McCartney e Ringo Starr reúnem artistas para gravação de especial dos Beatles20 fotos

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27.jan.2014 - A banda Imagine Dragons, que no dia anterior fez um dos shows mais comentados do Grammy 2014, ao lado do rapper Kendrick Lamar, participou do especial dos Beatles tocando "Revolution" Leia mais Mario Auzuoni/Reuters

sábado, 4 de janeiro de 2014

Beth Carvalho diz que Prefeitura do Rio pediu para baixar cachê no Réveillon

Beth Carvalho levou 160 mil de cachê para se apresentar no Réveillon de Copacabana e, diante da revelação de que cachês pagos a Lulu Santos e Carlinhos Brown foram de R$ 550 mil para cada um, ela disse em entrevista ao Extra que recebeu um pedido para baixar sua pedida. 


"Para mim, foi surpresa, porque nos pediram para baixar o cachê do meu show. Não imaginava que estivessem rolando valores tão diferentes do meu. Cada um fez seu preço ou a prefeitura fez os preços, não sei, e nós aceitamos. Essa é a questão", ponderou.
Madrinha do Samba disse não teria feito o show se soubesse dos valores. " Não me senti valorizada. A prefeitura pede para baixar meu valor, e o cachê dos outros é muito maior. É estranho. Lulu e Carlinhos Brown são artistas muito bons. Têm muito talento. A discrepância dos valores é que foi grande", disse.
O caso lembra quando em 1995, também nessa época, Chico BuarqueCaetano VelosoGilberto GilMilton Nascimento e Gal Costa levaram cerca de R$ 120 mil e Paulinho da Viola ganhou R$ 35 mil para fazer um tributo a Tom Jobim.

sábado, 2 de novembro de 2013

Justin Bieber no Brasil (novembro 2013)

 

Imagem 3/25: 02.nov.2013 - O cantor pop canadense Justin Bieber se apresenta na Arena Anhembi, em São Paulo. Ele preparou um show com 12 bailarinos, um palco de 24 metros de largura e 18 metros profundidade. Este é a primeira apresentação de Bieber no Brasil neste ano. O cantor já esteve no país em 2011 e, neste domingo, fará show no Rio de Janeiro 

domingo, 13 de outubro de 2013

Prince divulga clipe de "Breakfast Can Wait"

Prince liberou clipe novo nesta sexta-feira (11). O vídeo de "Breakfast Can Wait" foi divulgado no canal do artista no Vevo e conta com a direção de Danielle Curiel. O cantor não aparece no registro, que conta apenas com um casal que se comunica através de uma inspirada coreografia - e da própria Curiel vestida como Prince. 
A faixa deve integrar o próximo álbum de Prince, intitulado "Plectrum Electrum". Apesar de o artista andar dedicando seu tempo às canções inéditas, nenhum data de lançamento para o disco foi anunciada até o momento.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Fotos de Rolling Stones na década de 60 são divulgadas pelo Hall da Fama

EU SÓ FÃ Nº01 E VCS???  CURTAM ESSAS FOTOS JUNTO COMIGO
ADOROOOOOOOOOOO




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Veja fotos raras da década de 60 do Rolling Stones3 fotos

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11.nov.1965 - Brian Jones, Charlie Watts e Mick Jagger do Rolling Stones em apresentação de show no programa "Hullabaloo", da NBC AP Photo/Rock and Roll Hall of Fame and Museum, Bob Bonis
Para homenagear o Rolling Stones, o "Rock and Roll Hall da Fama e Museu" divulgou nesta quinta-feira (26) imagens exclusivas do começo da carreira da banda. As fotos foram tiradas pelo organizador, Bob Bonis, da primeira turnê aos Estados Unidos do grupo em 1965.

Brian Jones, Charlie Watts e Mick Jagger foram fotografados nos bastidores de show no programa "Hullabaloo", da NBC. Em outra imagem, Charlie Watts é fotografado durante corte de cabelos feito por Keith Richards.

Já em outra imagem do mesmo ano, o grupo faz gravação nos estúdios da RCA em Los Angeles.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Universitárias fazem paródia feminista de música de Robin Thicke

  • Universitárias fazem paródia feminista de música "Blurred Lines", de Robin Thicke: "Defined Lines"
    Universitárias fazem paródia feminista de música "Blurred Lines", de Robin Thicke: "Defined Lines"
Três estudantes universitárias de Direito da Auckland University, da Nova Zelândia, fizeram uma paródia feminista da música "Blurred Lines" – lançada em março – do cantor Robin Thicke. A "nova canção" levou o nome de "Defined lines".

O vídeo mostra as três garotas se aproveitando de homens somente de cuecas, uma maneira de criticar as modelos seminuas do clipe de Thicke. O refrão tem trechos que pedem para que os homens não agarrem as mulheres. "Não precisa me assediar, você não pode simplesmente me agarrar, isso é crime sexual", diz a letra.
A música de Robin Thicke já tem diversas versões espalhadas pela internet. Entre elas estão as paródias feitas pelos grupos como Vampire Weekend e Queens of the Stone Age.

VEJA CLIPE OFICIAL DE BLURRED LINES

VMA

Miley Cyrus enterrou definitivamente a aura Disney, que carregava desde quando estrelou a série "Hannah Montana", com o show feito em parceria com Robin Thicke no dia 25 de agosto. A cantora se roçou em Robin, emulou posições sexuais e apareceu com um biquíni de látex apertado – sempre, claro, com a língua de fora.

Prova do impacto – negativo e positivo – de sua apresentação foram os 306 mil tweets por minuto durante o show. Para se ter uma ideia, a apresentação de 15 minutos de Justin Timberlake, o grande nome da noite, rendeu 219 mil tweets. Miley também ganhou 50 mil "curtir" em sua página no Facebook apenas no dia da premiação.




Video Music Awards (VMA) 201370 fotos

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25.ago.2013 - Miley Cyrus e Robin Thicke cantam "Blurred Lines" juntos no palco do VMA 2013 Leia mais Lucas Jackson/Reuters

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Felipe Dylon busca "pegada mais madura, estilo Jack Johnson" em novo álbum


Felipe Dylon se prepara para lançar novo CD10 fotos

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Dylon nunca se afastou totalmente dos palcos e continuou fazendo shows pelo BrasilAndré Lobo/UOL
Dez anos após estourar com o hit "Musa do Verão", Felipe Dylon quer voltar às paradas de sucesso. "Estou gravando um novo CD, e vou rodar o Brasil com um show bem moderno e produzido. Agora estou mais maduro profissional e pessoalmente", disse o cantor em entrevista ao UOL, na última terça-feira (20), no Teatro Tom Jobim, Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro.
Atualmente, Felipe continua fazendo alguns shows pelo Brasil. "Não consigo ficar longe dos palcos e sem a energia e o carinho dos fãs. Mês passado cantei na Jornada Mundial da Juventude e foi uma emoção indescritível. Cantei a 'Oração de São Francisco de Assis' e 'Monte Castelo', da Legião Urbana", disse. Há quatro anos sem entrar em estúdio, Felipe está em fase de pesquisa e gravando algumas músicas para seu novo álbum, ainda sem título, que deve ficar pronto até o final deste ano.
"A voz dele está mais grave, e as músicas que já fizeram sucesso --como 'Musa do Verão' e 'Deixa Disso'-- vêm com outros arranjos. Estamos estudando quais músicas vão entrar no CD, mas queremos um repertório mais cauteloso e com uma pegada mais madura, estilo Jack Johnson", disse o produtor André Neiva. "A ideia original é de registrar o momento atual de Felipe, que é um cara novo, de 26 anos, mas que também não é mais aquele menino de 17".
A mudança também está no visual de Dylon. Mais magro, com a pele do rosto bem lisa e os mesmos cachinhos de dez anos atrás, ele disse que está em uma nova fase de sua carreira. "Estou me cuidando mais. Procuro ter uma alimentação balanceada, malho, surfo, jogo futebol, não bebo, não uso drogas e não fumo. Isso tudo resulta em um corpo melhor e uma pele mais sadia. Acho que o artista tem que se preocupar com o que vai mostrar ao público e tem que estar sempre bem".
Curso de teatro e vontade de atuar
Apesar de estar focado na carreira musical, Felipe Dylon também divide o tempo com um curso de teatro. "Não é o foco principal ser ator, mas se pintar alguma proposta é bom que eu esteja preparado", disse ele, que já participou de filmes como "Um Show de Verão" (2004), de Moacyr Góes, e "A Guerra dos Rocha" (2008), de Jorge Fernando. "O bom é que tenho a arte no sangue, pois minha mãe, Maria Lúcia Priori, é uma grande atriz e me incentiva muito. O curso está me ajudando em muitas coisas, até na hora de fazer show".
O pai de Dylon, o guitarrista Lipe Dylong, também entrou no jogo. Ele cuidou do filho no início da carreira e agora voltou a assumir o antigo posto. "Meu pai voltou a morar no Brasil para cuidar da minha carreira. Estou muito feliz, sei que nós dois juntos vamos somar e tudo vai dar certo. Meu pai tem muita experiência no mercado artístico e me dá uns toques muito legais".
A mulher, Aparecida Petrowky, também não deixa de acompanhar os trabalhos do marido. "O casamento está ótimo. Aparecida é minha parceira e me dá palpites na minha profissão. Gostamos de ficar em casa vendo DVD e cozinhando. Estamos bem felizes", revelou o cantor que completará dois anos de casado em dezembro deste ano.